QUEM SOMOS

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Prof Dr. Ricardo Festi

Coordenador

Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Sociologia (SOL) do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Brasília (UnB). Doutorou-se em Sociologia pela Universidade de Campinas (Unicamp) com a tese O Mundo do Trabalho e os Dilemas da Modernização: Percursos Cruzados da Sociologia Francesas e Brasileira (1950-1960). Realizou estágio de pesquisa (doutorado sanduíche) na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, entre 2015 e 2017. Graduou-se em bacharelado e licenciatura em Ciências Sociais e defendeu dissertação de mestrado em sociologia, todos pela Unicamp. É membro do Grupo de Pesquisa Mundo do Trabalho e suas Metamorfoses (GPMT) da Unicamp, coordenado pelo Prof. Ricardo Antunes, e vice-líder do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (GEPT) da UnB. Têm experiências nas áreas de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Trabalho e Pensamento Social, desenvolvendo pesquisas e estudos sobre sociologia da sociologia do trabalho, plataformas digitais e mundo do trabalho, entre outros

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Aline Gil Pereira Soares

Estudante de graduação em Ciências Sociais na UnB

Objetiva investigar o trabalho digital em tempos de pandemia, mais especificamente, quais as transformações sofridas no trabalho prestado por meio das plataformas digitais no contexto do Covid-19. Entre as mudanças sofridas pelo trabalho prestado por motoristas e entregadores de aplicativo durante o período de calamidade pública, o projeto destaca as reformas do pensamento da classe parlamentar sobre as relações trabalhistas e a segurança das categorias de trabalhadores mencionadas.

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Aristóteles

Doutorando em sociologia

na UnB

Atualmente desenvolvendo pesquisa sobre economia política no programa de pós-graduação em sociologia da UnB. A pesquisa visa compreender as condições para a continuidade do neoliberalismo, principalmente visto da periferia do capitalismo global. Durante o mestrado em sociologia na Unicamp desenvolvi uma pesquisa sobre as interpretações acerca da crise do capitalismo tardio em Jürgen Habermas e Ernest Mandel. Graduei-me como sociólogo na Unicamp. Sou professor de sociologia no Instituto Federal de Brasília.

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Bolívia Priscila Soares de Sá

Integrante

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Bruna Vasconcelos de Carvalho

Auditora Fiscal do Trabalho, Ministério da Economia

Mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (UnB) em 2018. Pós-graduada de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) em 2017. Graduada em Direito pela Universidade de Fortaleza em 2009. Auditora Fiscal do Trabalho desde 2010. Atualmente desenvolve o projeto "Organizações coletivas e análise de portfólio contratual: a afirmação do direito do trabalho em um mundo em transformação", voltado aos estudo empírico dos modelos de organização coletiva e de estruturação de contrato de trabalho dos entregadores de aplicativo de delivery no Distrito Federal.

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Cícero Muniz

Doutorando em sociologia na UnB

Cícero Muniz é doutorando em Sociologia (PPGSOL/UnB), com Mestrado (2014) e Licenciatura (2010) em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente é também docente EBTT em Sociologia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE, campus Serra Talhada). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Trabalho, Ambiental e Ensino de Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: empreendedorismo, precarização, acidentes industriais ampliados, riscos, terceirização, meio ambiente, empresariado, educação profissional e ensino de sociologia.

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Diego Rodrigues de Loiola

Estudante de graduação em Ciências Sociais na Unb

Graduando no 5º semestre de ciências sociais na UnB participo da empresa júnior do mesmo curso, a Socius, onde colocamos em prática pesquisas das mais diversas que um cientista social pode executar. Também faço parte do projeto ‘extensão e comunicação em rede: informação, formação e organização social integrando a universidade à sociedade’. Vinculado ao grupo de pesquisa ‘O mundo do trabalho na era digital’ desenvolvo a iniciação científica com título: Para além do desemprego: a submissão histórica continuada dos entregadores de aplicativo. Nesta pesquisa busco traçar nos dados e em estudos bibliográficos pontos em comum de época diferentes que demonstrem que o trabalho digital é mais uma reformulação do capitalismo para manter as pessoas marginalizadas em seu domínio.

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Kethury Magalhães dos Santos

Graduanda em Ciências Sociais - Licenciatura na UnB

"Informalidade e precarização: as condições de trabalho dos entregadores de aplicativo no Distrito Federal". Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas para o Trabalho - GEPT UnB. O objetivo geral da pesquisa é analisar quais são as condições laborais dos trabalhadores das plataformas digitais na capital do país. Haja vista que o labor é sob demanda nesta categoria, o enfoque principal da investigação é examinar quais são os efeitos da extensão das jornadas e da intensidade do trabalho na saúde dos entregadores e, ainda, se as condições em que estes laboram influem na organização política desta classe

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Nicolas Dyck

Mestrando em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (PPGPSTO/UnB)

Investiga, à guisa da escola francesa da Ergonomia da Atividade, fatores estruturantes da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) de motofretistas e bikeboys mediado por plataformas digitais. Para tanto, parte-se do embate entre manifestos e contramanifestos ao movimento filosófico-gerencial conhecido como Economia do Compartilhamento, do qual são representantes organizações como iFood e UberEats: se por um lado os manifestos propagandeiam a hiperflexibilidade da jornada de trabalho e o autogerenciamento como fatores promotores de qualidade de vida, os contramanifestos alertam para o potencial nocivo à saúde fisiológica e psicossocial. A identificação de indicadores comportamentais, epidemiológicos e perceptivos relacionados à QVT pode fornecer, portanto, subsídios essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas relacionadas à saúde e bem-estar do trabalhador.

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Pedro Buriti Borges

Estudante de graduação em Ciência Política na UnB

Sou Pedro, cientista político em formação e otimista com as novas formas de luta que estão surgindo. Meu projeto consiste em observar os conhecidos "points", locais onde entregadores de aplicativo se reúnem para esperar seus pedidos e descansar, buscando responder os seguintes questionamentos: como e por que eles são formados? Que tipos de interações acontecem dentro desses points? É possível observar a construção de uma identidade coletiva ou de consciência de classe nesses locais?

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Raphael Santos Lapa

Doutorando em sociologia na UnB

Atualmente é doutorando em Sociologia na UnB na linha de Sociologia do Trabalho. Mestre em Direitos Humanos, Bacharel e Licenciado em Filosofia, todos pela UnB. Pesquisa na área de sociologia do trabalho com foco em ética e sociologia da moral. Desenvolve a investigação na observação da construção de ética cotidiana de determinados grupos de trabalhadores, com especial atenção à dinâmica da mobilização de afetos como instrumento de justificativa às novas formas de trabalho.

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Sara Nogueira de Araújo

Estudante de graduação em Ciências Sociais na UnB

Graduanda do curso de Ciências Sociais, cursando o quinto semestre na Universidade de Brasília – UnB; formada em Gestão de Recursos Humanos com experiência em gestão por ter atuado na Secretaria de Estado de Economia do DF e em tabulação de dados, no Departamento Epidemiológico da Subsecretaria de Saúde, ambos como estagiária. Já era de meu interesse estudar o mundo do trabalho nas plataformas digitais, e encontrei no projeto do professor Ricardo Festi uma oportunidade em trabalhar em conjunto. A desmistificação do autogerenciamento e a subjetivação patronal nas plataformas digitais é uma pesquisa que tem como objetivo analisar os principais processos que contribuíram para a construção do autogerenciamento e compreender como ele se dá na esfera do trabalho em plataformas digitais.

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Thais Fonseca Cruz

Estudante de graduação em Ciências Sociais na UnB

Atualmente, é estudante de graduação em sociologia na Universidade de Brasília. Participante do grupo de pesquisa "O mundo do trabalho na Era Digital", contribui com a equipe de comunicação administrando as redes sociais do grupo. Em 2019, completou o Berkeley International Study Program (BISP), na Universidade de Berkeley, na California. Seus interesses de pesquisa incluem a relação de sociologia do trabalho e migração.

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Thayuany de Jesus Rodrigues

Estudante de graduação em Ciências Sociais- licenciatura na UnB.

Thayuany de Jesus Rodrigues, 22 anos, graduanda do curso de Ciência Sociais Licenciatura na Universidade de Brasília (UnB), no momento está efetuando seu primeiro projeto. Nome do projeto: Quilômetros da fome: As debilidades da uberização do trabalho e a subordinação do novo sujeito neoliberal. Objetivos: Este projeto tem como finalidade, analisar as debilidades do trabalho nas plataformas digitais como: A precarização, a estratégia de empreendedorismo e a saúde comprometida de motoboys e bike Boys. Compreender os trajetos de entrega de alimentos e a precarização alimentícia do novo sujeito neoliberal, ou seja, dos próprios entregadores. Além destes pontos pretende-se analisar, dentro desta categoria, marcadores sociais como: raça, classe e gênero, tendo com recorte o Distrito Federal.

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Vinícius Torres

Estudante de graduação em Ciências Sociais na UnB

Analista de TI no Ministério Público do Trabalho e graduando em Sociologia na Universidade de Brasília, desenvolve pesquisa teórica que tem como objetivo central acompanhar e analisar o debate sobre os impactos da economia de plataforma no mundo do trabalho e suas variantes entre os países centrais e periféricos. A partir dos conceitos de marginalidade social de Quijano (1978) e da teoria marxista da dependência do Marini (1974), pretende compreender como eles se aplicam no ambiente digital e como isso se processa na nova divisão internacional do trabalho. Isso é relevante pois, embora aparentemente exista uma tendência de generalização global da superexploração da força de trabalho, a precarização do trabalho em países periféricos tense a ser mais acentuada.

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